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A CPI e o fim do jornalismo investigativo de araque. Texto de Leandro Fortes

Bom para refletir nossas escolhas no cotidiano da notícia. A CPI e o fim do jornalismo investigativo de araque | » E-MailLeandro Fortes

Alguns usam palavras, outros notas musicais. Eu gosto da dança. Lindo.

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Jornada rumo a Escola: como Carlos chegou ao Felipe Smaldone

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Voltei a escrever sobre minha rotina como “Mãe Deficiente” para dizer que Carlos já começou a estudar. Na verdade iniciou os estudos em Maio de 2012, mas para dar conta de um monte de responsabilidade de trabalho, acabei deixando passar muito tempo.  A jornada não foi simples. Deu muito, muito, muito trabalho. Acreditava logo depois que concebi a limitação de meu filho, que um dos principais desafios a se enfrentar era como ele ia estudar? Onde? Escola Inclusiva é uma realidade escassa, para não dizer praticamente ausente, na realidade do ensino brasileiro. Primeiro passo foi pesquisar quais escolas em Belém e Ananindeua tinham educação para surdos, e no pré-escolar!! Olha o desafio!! Ai descobri por meio de amigos duas possibilidades: A UEES ProfessorAstério de Campos , mantida pelo Governo do Estado e o Instituto FelipeSmaldone . Visitei as duas pessoalmente e foi inevitável não me encantar com o trabalho do Smaldone. Primeiro passo dado, Carlos teve que fazer vário...

Indo além de um evento midiático

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ADORO os artistas que participam do Terruá Pará, a iniciativa é ótima e deve ter continuidade (sem ser politica de governo). A CUltura merece! Mas por favor, não sejamos tolos de achar que SOMENTE isso é a totalidade do que a cultura paraense precisa para sua promoção e, principalmente, PRESERVAÇÃO! Festivais e shows de musica dão VISILIBIDADE. Politicas de assistência financeira e de capacitação à grupos folclóricos e projetos sociais de cultura, entre muitas outras ações, é que de fato fazem a cultura paraense ser valorizada e preservada! É isso que espero como politica pública!

Escrevendo pela infância

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Hoje saiu publicado na  Revista Amazônia Viva  na sessão "Outras Cabeças", um singelo artigo que escrevi sobre a importância da infância e adolescência na sociedade, e o papel das Conferências dos Direitos da Criança e do Adolescente para a  implementação de politicas públicas pela infância. A revista é veiculada toda primeira quarta-feira do mês no  Jornal O Liberal . O texto tem como base minhas experiências na Conferência Estadual promovido pelo  CEDCA  - PA e na  9 Conferencia Nacional Dos Direitos Da Criança E Do Adolescente  . Agradeço a equipe da revista e também ao  Ricardo Washington  que foi a ponte para que isso acontecesse.

Indo além do que parece.

No jornalismo sempre dizemos que se cinco jornalistas irem cobrir o mesmo evento, serão cinco reportagens produzidas completamente diferentes, já que o olhar sobre a notícia pode ser influenciada pelo conhecimento empírico, vivencia de vida e muitos outros fatores, inclusive externos, que podem interferir naquilo que julgo ser o fio condutor do texto. Talvez embalados pela publicação de uma noticia com base em dados estatísticos sem uma contextualização mais trabalhada, o que é comum em dias regidos pelo imediatismo virtual, muitos meios de comunicação publicaram os números do Programa Propaz, divulgados no ultimo dia 26, como algo verdadeiramente negativo, como no exemplo que retirei do site ANDI: PA: Cresce abuso contra jovens Veículo(s) Amazônia Jornal - PA  |  Diário do Pará - PA Os casos de violência, exploração ou abuso sexuais contra crianças e adolescente no Pará duplicaram entre janeiro e junho de 2011 em relação ao mesmo período de 2012. Atual...

Anna Luiza Amaral. Gravem este nome!

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Em minha jornada pela 9º Conferência Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente, em Brasília (DF), conheci muitos jovens cativantes e com muito talento. mas uma criança, de apenas 12 anos, chamou atenção. Sorriso largo, olhos brilhantes, palavras diretas e verdadeiras. Anna Luiza Calixto Amaral é uma criança comum a primeira vista, mas quando abre a boca pra falar e passa a conversar com as pessoas ao seu redor, vemos o que a sua mãe, Paula Amaral, descreve: "uma menina de 12 com cabeça de uma mulher de 30", fazendo referência a maturidade que apresenta. Anna Calixto Amaral tem a leitura como habito diário. Leitora regular e com notas sempre altas na escola, a menina é da cidade de Atibáia, interior de São Paulo, e aos nove anos de vida iniciou "a arte de escrever". " Aos nove anos ela mostrou para a família manuscrito de um livro que ela estava criando. Esses manuscritos foram parar na mão de um editor, que levou pro prefeito da nossa cidad...